Veja um panorama do mercado de vendas por dispositivos móveis, a relevância desses canais para o aumento das vendas e engajamento dos clientes e entenda por que o mobile tem liderado a transformação digital das empresas.

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Muito tem se falado em transformação digital. E não tem como pensar nisso sem considerar o mobile. Na verdade, ele deveria ser o carro-chefe que lidera essa evolução.

Hoje, o tráfego mobile já supera o de desktop no Brasil e no mundo. E só no terceiro trimestre de 2017 as transações por esses dispositivos aumentaram em 51%.

Vemos isso em casos de sucesso como a Magazine Luiza, que apostou fortemente nesse canal, conseguindo assim alavancar suas vendas e sair do vermelho pela primeira vez nos últimos anos. Ou até mesmo na Netshoes, que na última Black Friday teve 65% do todo o seu tráfego mobile, realizando mais de 100 mil compras em um único dia.
Veja as técnicas utilizadas por essas e outras empresas para alcançarem esses números.

“Mobile não é um dispositivo. É um comportamento. Desktop é o passado.”

Porém, é importante ressaltar que ser mobile-first é diferente de ser responsivo.

Na verdade, vai muito além disso. É entender como os usuários interagem com esse canal, usando ele para criar experiências e utilidades que agreguem valor ao dia-a-dia das pessoas. 

Hoje em dia, 64% das pessoas entre 18 a 34 anos dizem preferir comprar pelo seu smartphone.

Levando em consideração que as lojas de aplicativos faturaram US$ 86 bilhões ano passado, isso faz muito sentido.

Apesar disso, a conversão nesse canal ainda é muito baixa, considerando que o tráfego móvel já supera o de desktop. Isso porque as empresas não colocam a experiência do usuário como prioridade.

Além disso, o mobile também é fundamental em estratégias omnichannel.

79% dos brasileiros já são omnishoppers e a sua marca deve estar presente em todos os momentos da jornada de compra.

Isso faz com que algumas etapas sejam agilizadas, diminuindo a “distância” entre a intenção e a aquisição do produto.

Não é à toa que as empresas que conseguem identificar os clientes em diferentes dispositivos durante a sua jornada de compra conseguem otimizar a experiência do usuário, aumentando o valor gasto por ele a cada visita.

Pesquisas mostram que a omnicanalidade está fazendo com que os consumidores gastem 22% a mais.

Mesmo porque, para muitos compradores a etapa de buscas se inicia em um meio e é finalizada em outro. Online para offline (62%) e vice-versa (64%).

Conclusão

Mesmo que a compra não tenha sido finalizada no mobile, a intenção de compra começa com as buscas feitas pelo celular.

Um dos maiores motivos das compras por smartphones ainda não superarem as de desktop se dá pela experiência do usuário não ser tão positiva. Um canal mobile que tem o seu conteúdo “adaptado” para uma tela menor nunca vai proporcionar a facilidade, a conveniência e, principalmente, a RELEVÂNCIA que os usuários demandam.

É preciso levar em conta que o celular está com as pessoas a todo o momento, no dia-a-dia. Assim, agilidade e praticidade também fazem parte dessa nova jornada de compras.

Assim, a melhor experiência que o seu usuário pode ter é com um aplicativo nativo ou com um PWA. Não é atoa que a conversão em apps é três vezes maior do que a de web mobile, segundo pesquisa da Criteo.

Caso a sua empresa já possua um e-commerce e busca transformá-lo em um aplicativo nativo, conheça o Mobfiq.